Psicólogo ou Psiquiatra: quando se consultar com cada um

Tenha sempre cuidados com sua Saúde Mental


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Psicólogo ou Psiquiatra?


O acompanhamento dependendo do diagnóstico é em geral multiprofissional. Uma primeira avaliação psicológica poderá te ajudar em qual caminho seguir.

Há grandes diferenças entre o psiquiatra e o psicólogo, tanto no que refere à formação quanto à metodologia de trabalho para lidar comquestões fisiológicas/comportamentais/emocionais/interrelacionais. Em muitos casos, inclusive, a intervenção terapêutica pode ser feita em conjunto, somando-se forças. Leve em consideração a capacitação técnica de cada profissional e, principalmente, priorize sua sensação de conforto e empatia com o profissional pois isso é determinante para o tratamento. Confiar no profissional e seguir com suas orientações técnicas é essencial, inclusive sobre a possibilidade de um encaminhamento para outros profissionais .


O psiquiatra faz a faculdade de medicina, e posteriormente formação em psiquiatria. Possui na formação básica uma preparação mais biológica, voltada ao alívio de sintomas por medicamentos.

Já o psicólogo faz faculdade de psicologia. Sua formação básica da questão biológica é mais simplificada, e por isso não está habilitado para prescrever medicamentos. Em contra-partida, possui um foco muito mais voltado para outros métodos, que permite um recondicionamento cerebral sem o uso de medicamentos. Mesmo dentro da psicologia, há várias abordagens, cada uma eficaz ao objetivo e método que se propõe. Pode ser, por exemplo, auxiliar no planejamento de atividades, criar mecanismos de evitar determinados estímulos, desenvolver a espontaneidade, se individuar (tornar-se quem se é em essência), curar através da fala como ferramenta para reformular significados.

Ambos os profissionais podem ajudá-los. Ambos podem trabalhar em paralelo, conforme cada caso.

Disponibilidade

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Psicoterapia mitos e verdades

Aqui começa uma nova conexão com sua saúde mental.

Atendimento presencial em Jundiaí/SP e online para todo Brasil e exterior.

Mito 1. Apenas falar de meus problemas não resolve nada

Você já deve ter ouvido a seguinte frase de seus entes queridos: “Nossa, você vai na terapia falar e ouvir conselhos, isso eu posso fazer e de graça”. Por mais bem-intencionadas que essas pessoas sejam, essa é uma afirmação terrível reforçando vários mitos sobre a psicoterapia.


Há uma grande diferença entre um psicólogo e uma pessoa comum. Seus amigos e familiares possuem problemas também, e ao ouvirem seus dilemas, eles vão filtrá-los com base em suas experiências pessoais. E seus conselhos serão embasados nisso, que podem ser até mais prejudiciais. Ou pior, podem partir de estereótipos que reforçam o sofrimento e o transtorno. Já um psicólogo treinado irá identificar muito mais do que é dito e irá na raiz do problema, que pode ser uma personalidade paranoide, por exemplo. E ele sabe que, mesmo que haja rompimento, o problema permanecerá e o padrão será repetido em outros relacionamentos, aumentando o acúmulo de sofrimento.


Psicólogos são treinados na arte da linguagem. Na terapia, é comum que o paciente tenha a sensação de estar apenas conversando, mas na verdade esse é um diálogo cuidadosamente elaborado. Nele você está discutindo os principais elementos do seu problema no qual é possível identificá-lo, ter ideias de como resolvê-lo e traçar um plano para isso. É preciso saber diferenciar que a conversa entre amigos não é a mesma que a com um psicólogo. Na primeira há o risco de aprofundar o problema enquanto na segunda, você irá na raiz do sofrimento possibilitando ter uma melhora real e duradoura.

Mito 2. A psicoterapia é para pessoas loucas

Esta declaração está intimamente ligada ao que é chamado de psicofobia. Assim como a homofobia, racismo e demais estigmas sociais, ela tem por principal função constranger quem busca a terapia e pode inclusive manter a pessoa que precisa de ajuda em uma situação insalubre.

Alguém que não tem a capacidade de pensar com clareza, ter um emprego, viver de forma independente, ser um pai amoroso ou um parceiro, entre outros, pode e tem o direito de lidar com esses problemas. Essa visão binária, de preto-e-branco, “funcionando versus não funcionando” dos cuidados com a saúde mental pode fazer com que os sintomas reais não sejam controlados, muitas vezes piorando as coisas. Só porque uma pessoa está “em pleno funcionamento”, não significa que eles também não possam evoluir com a terapia.

Mito 3. Eu vou ser forçado a tomar medicação

O tratamento é feito por meio da terapia, e é fornecido por psicólogos. A medicação não é o tratamento e sim o controle dos sintomas. O que aliás é mais um dos mitos sobre a psicoterapia. A necessidade de medicação depende da capacidade e limitações em conseguir manter suas atividades cotidianas e da gravidade do seu transtorno. E quem irá indicar essa necessidade é o psicólogo. Ele irá encaminhá-lo ao psiquiatra quando realmente houver urgência.

Mito 4. Toda psicoterapia é igual

A psicoterapia varia de uma sessão para outra, bem como de um profissional para outro. Existem muitas abordagens terapêuticas diferentes como a psicanálise, a TCC , Humanista, Fenomenológica, etc. Além disso, o estilo de terapia irá mudar de um psicólogo para outro. Mesmo entre dois psicólogos que usem a mesma abordagem terapêutica podem existir muitas variáveis como uma área de especialização, personalidade, experiências pessoais etc. E mais, conforme você evolui na terapia, ela pode (e deve) mudar para acompanhá-lo.

Esses mitos sobre a psicoterapia devem ser mitigados de nossa sociedade. Muitas pessoas precisam de ajuda e podem ter uma vida melhor com a terapia. Ao evitar tratamento, muitas pessoas podem piorar seu quadro, o que acarreta não apenas em sofrimento extremo como pode pô-la em situações de risco para si mesma e para os outros.

Paloma Soares

Psicóloga CRP 06/136122– SP

Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental, atuo há 18 anos com desenvolvimento humano e na área da saúde mental tenho + 12.000 horas de atendimentos de clientes no Brasil e fora do país.

Atuei por 10 anos em Saúde Ocupacional e RH nas empresas como Toyota, Pepsico, General Electric, Iberdrola.


Vamos rumo a uma jornada para transformação e, juntos compreenderemos suas queixas, pensamentos e comportamentos, a fim de provocar melhoria na qualidade da sua saúde e performance tornando-se uma pessoa liberta e autônoma para atingir seus objetivos de forma consciente, feliz e satisfeita consigo.

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