Saúde Mental e o Trabalho



Trabalhar sempre ocupou um lugar central na vida adulta.


É no trabalho que buscamos realização, reconhecimento, segurança financeira e, muitas vezes, identidade.

Como psicóloga de adultos há mais de dez anos, posso afirmar com segurança: o tema trabalho sempre foi unânime dentro do consultório.

Seja pela insatisfação com a remuneração, pelo famoso “salário é bom, mas o ambiente é pessimo”, por relações desgastantes com lideranças, metas inalcançáveis ou climas organizacionais tóxicos o trabalho, quando adoece, não afeta só a carreira, afeta o corpo, o sono, os relacionamentos e a saúde mental como um todo.

E, nos últimos anos, o que antes aparecia como sofrimento silencioso passou a se manifestar em quadros psicológicos moderados e graves, exigindo intervenções mais estruturadas, afastamentos do trabalho e, em alguns casos, encaminhamentos formais ao INSS. Por isso posso afirmar que Nem todo cansaço é normal.


Quando o trabalho deixa de estimular e passa a gerar sofrimento constante, o corpo e a mente começam a dar sinais claros de alerta.


Alguns sinais comuns de adoecimento relacionado ao trabalho:

  • Exaustão persistente, mesmo após descanso
  • Ansiedade antes de reuniões ou do início da semana
  • Irritabilidade, cinismo ou distanciamento emocional
  • Sensação constante de incompetência ou culpa
  • Queda de rendimento e dificuldade de concentração
  • Alterações no sono, apetite e humor

Esses sintomas não surgem por “fraqueza emocional”, mas como resposta a ambientes com excesso de cobrança, pouca previsibilidade, baixa autonomia e relações profissionais desgastantes. E o que é de suma importancia tanto para o tratamento adequado e melhor para cada indivíduo é o diagnóstico correto, essencial para proteger a saúde do trabalhador clínica e legalmente.


Autodiagnóstico ou avaliações superficiais podem atrasar o cuidado e gerar prejuízos emocionais e profissionais.


Diagnóstico especializado e importância dos laudos

O diagnóstico correto é essencial para proteger a saúde do trabalhador — clínica e legalmente.

Avaliações feitas por psicólogos e psiquiatras permitem:

  • Definir o quadro clínico com critérios científicos
  • Indicar tratamento adequado
  • Emitir laudos quando necessários
  • Orientar afastamentos e encaminhamentos ao INSS
  • Solicitar adaptações no ambiente de trabalho


Por ultimo quero te ajudar com a conlusão de quando devemos procurar ajuda profissional, quando:

  • O sofrimento emocional se mantém por semanas
  • O descanso não é mais suficiente
  • O trabalho afeta sua saúde, sono ou relacionamentos
  • Você sente que está “no limite” para continuar


Cuidar da saúde mental não é desistir do trabalho é preservar sua capacidade de continuar, com mais equilíbrio e segurança.


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Disponibilidade

Seg a Sex - 09:00 - 19:00

Ainda com dúvidas sobre Transtorno de Estresse?

O que é a Síndrome de Burnout?

A Síndrome de Burnout é um distúrbio psicológico caracterizado pelo esgotamento físico e mental relacionado ao trabalho. É comumente associada a profissionais que lidam com alto nível de estresse e pressão emocional, como médicos, enfermeiros, professores e profissionais de atendimento ao cliente.

Quais são os principais sintomas da Síndrome de Burnout?

Os sintomas mais comuns da Síndrome de Burnout incluem exaustão física e mental, falta de energia e motivação, sentimentos de despersonalização e distanciamento das atividades profissionais, além de redução do desempenho no trabalho e sentimentos de incompetência. Também pode haver alterações no sono, irritabilidade, ansiedade e depressão.

Quais são as causas da Síndrome de Burnout?

A Síndrome de Burnout é resultado de uma combinação de fatores, incluindo altas demandas de trabalho, falta de controle sobre o próprio trabalho, falta de reconhecimento e recompensa, falta de apoio social e falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Pessoas que são perfeccionistas ou têm tendência a se envolverem demais emocionalmente no trabalho também podem ter maior propensão a desenvolver a síndrome.

Como a Síndrome de Burnout é diagnosticada?

O diagnóstico da Síndrome de Burnout é geralmente realizado por profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras. Eles avaliam os sintomas relatados pelo paciente, levando em consideração a intensidade e a duração dos mesmos. É importante descartar outras condições médicas que possam estar contribuindo para os sintomas.

Como a Síndrome de Burnout é tratada?

O tratamento da Síndrome de Burnout geralmente envolve uma abordagem multifacetada. Pode incluir terapia individual ou em grupo, para ajudar a lidar com o estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis. O afastamento temporário do trabalho, se possível, pode ser recomendado para permitir a recuperação. Além disso, é importante adotar medidas de autocuidado, como praticar exercícios físicos, ter um sono adequado, estabelecer limites saudáveis e buscar suporte emocional.

A Síndrome de Burnout pode ser prevenida?

Embora não seja possível evitar completamente a Síndrome de Burnout, algumas medidas podem ajudar a reduzir o risco. Isso inclui estabelecer limites claros entre trabalho e vida pessoal, praticar atividades de relaxamento, buscar apoio social, cuidar da saúde física e emocional, e comunicar-se de forma assertiva com os colegas e superiores, expressando necessidades e preocupações.

Quais são as consequências da Síndrome de Burnout não tratada?

Se a Síndrome de Burnout não for tratada adequadamente, pode levar a problemas de saúde física e mental mais graves. Isso inclui o desenvolvimento de transtornos de ansiedade e depressão, problemas cardiovasculares, distúrbios do sono, entre outros. Além disso, pode afetar negativamente o desempenho profissional e os relacionamentos interpessoais.


Lembrando que, embora essas respostas forneçam informações gerais, é importante consultar um profissional de saúde para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado, se necessário.

Conheça as especialidades

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Sobre Mim.

Paloma Soares

Psicóloga | Terapeuta de Casais

CRP 06/136122– SP

Desde muito cedo, eu já era aquela criança que escutava. Disponível, acolhedora, curiosa sobre as pessoas. Alguém que percebia o que não era dito, que se aproximava com cuidado, que criava vínculo com naturalidade. Cresci em uma infância difícil, mas feliz e onde aprendi, na prática, que afeto, presença e sensibilidade podem coexistir com desafios.

Sou uma mulher preta, carioca, que construiu sua história com coragem, estudo e propósito. Casada há mais de 25 anos, mãe de uma filha que é fonte diária de orgulho, aprendi dentro de casa que relações se constroem com diálogo, respeito e responsabilidade emocional.

Minha trajetória profissional começou na enfermagem, onde o cuidado sempre esteve presente. Mas foi ali, no contato direto com as pessoas, que algo ficou muito claro para mim: nem todo adoecimento acontece no corpo. Muitas dores são emocionais, silenciosas, e acabam se expressando por meio da ansiedade, do sofrimento psíquico, dos conflitos nos relacionamentos e da sobrecarga emocional.

Foi esse entendimento que me levou à Psicologia.

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