Problemas de sono: quando dormir deixa de ser descanso e vira mais uma preocupação
Psicóloga Dra. Paloma Soares
12/05/2024
15:48
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“Dificuldade para dormir”, “insônia” e “sono ruim” estão entre as buscas mais frequentes no Google quando o assunto é saúde mental. Dormir mal não é apenas uma questão de cansaço físico: o sono é um dos principais reguladores das emoções, da memória, do humor e da capacidade de lidar com o estresse. Quando ele falha, todo o funcionamento emocional sente o impacto.
Muitas pessoas relatam dificuldade para pegar no sono, despertares noturnos frequentes, sono leve ou a sensação de acordar cansado mesmo após várias horas na cama. Em grande parte dos casos, o problema não está no corpo, mas na mente que não desacelera. Pensamentos acelerados, preocupações constantes, ansiedade antecipatória, conflitos emocionais e excesso de estímulos mantêm o cérebro em estado de alerta, impedindo o descanso profundo.
O sono também costuma ser um dos primeiros sinais de que algo emocional não está bem. Ansiedade, depressão, estresse crônico, burnout e conflitos relacionais frequentemente se manifestam através da insônia. Por isso, tratar apenas o sintoma, sem olhar para as causas emocionais, tende a trazer alívio temporário, mas não sustentável.
A psicoterapia, especialmente abordagens baseadas em evidências como a Terapia Cognitivo-Comportamental, ajuda a reorganizar padrões de pensamento, reduzir a hiperativação mental e construir uma relação mais saudável com o sono. Aprender a desligar a mente, regular emoções e criar rotinas que favoreçam o descanso é parte fundamental do processo terapêutico.
Se dormir se tornou difícil, isso não é algo que você precise normalizar ou suportar sozinho(a). 👉 Agende sua sessão clínica e converse com um profissional sobre o que está interferindo no seu sono.
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